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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

São Paulo alagada

Foi só falar de problemas com a repressão que começou a aparecer outros podres mais sérios. Tô falando das chuvas e enchentes em São Paulo. Está uma tragédia a situação, buracos no chão, enxurradas, matando o povo nessa cidade, enquanto este bundão do patolino fica por cima da carne seca. Cada povo tem o governo que merece, mas a maioria não está merecendo pagar pelas escolhas erradas ou omissões dos outros.E nós temos uma classe mérdia de merda, herdeira  e órfão do adhemarismo, (morto, mas  vivo ) malufista (vivo ainda), quercista (vivo ainda), que agora deposita suas esperanças no  que mostra muito bem a que veio com seu preconceito generalizado contra nordestino, travecos, lésbicas e por aí vai. Eita povinho provinciano que se diz a vanguarda. Só se for a vanguarda do atraso.
Ontem sai de casa muito cedo, fazer uns exames do outro lado da cidade, no Parque São Lucas, depois da Vila Prudente, na Zona Leste quase perto de São Caetano, Santo André. Madruguei mesmo, peguei o metrô, descobri que ele só vai até o Sacomã, nas duas outras estações, só depois da oitoemeia. Sendo Assim, peguei o furafila chamado agora expresso tiradentes, desci no ponto do Clube Atlético Ypiranga, peguei outro buso voltando pra Vila Prudente, desci perto duma pracinha bem provinciana, umas casas antigas, e peguei ainda outro buso pra descer na Avenida Oratório, passando antes pela Zelina. Na policlinica Dom Bosco, cheguei caminhando pela Rua Francisco Bicalho, um passarinho carimbou minha mão peguei papel e limpei. Fizeram tudo legal, estou com audição legal, cordas vocais, laringe tudo em cima. Pra voltar, dei sorte de pegar no mesmo bilhete único o busão pra vergueiro, uma volta e tanto.
E hoje ainda tive de ir cedinho até o Borba Gato na Santo Amaro, o coração tá firmeza, também. Tudo exames com convenios do hospital do servidor público estadual. Eu dei uma sorte danada, pois também consegui ir e voltar numa passagem só, descer no Largo da Batata, já que tava com medo por conta da demora não conseguir e ter de enrolar o cobrador. Eu vi todo o resultado e algumas marcas da chuva na rua, o lixo na rua, em alguns pontos do caminho.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Dando risada aos montões até agora com a derrota do "José", mas preocupado com manifestação xenófoba nazista no Sul e Sudeste


Do final de semana até agora, foi só alegria. Com chuva e tudo, desde quinta-feira, depois do rolo que meteram-nos aqueles paus mandados do estado prendendo o carango na estrada, deixando na mão, fomos para cima deste bigato de olhos esbugalhados, o verminoso fascista, anti-fumo, anti-boate, zépedágio-zé alagão.
Foi muito bom fazer campanha até sob chuva no sábado, uma gripe, mas para derrotar este espancador de trabalhador, de professor, de estudante e até dos polícias, não tem preço. Até Paulista tarde da noite valeu para lavar a alma, quando ele meteu balas de borracha e bombas de gás sobre nós. Já vai tarde, Zé chirico vampirão anêmico.
Foi bom demais de vê-lo cabisbaixo, pois este sujeito é um dos mais falsos e perversos, que posa do "bem" (DEM, na verdade), mas sempre desconfie de quem posa de bom moço, pois tem sempre uma maracutaia. Sempre preferi andar com os ditos malvados, os ditos sujos, pois ao menos deles você sabe o que esperar. Pois dos que se fingem ou posam de santos, na verdade, escondem a filhadaputice e a sacanagem.
Foi bom demais, curti também o casório da minha mana em Bauru, calorão brabo, pude tomar um uisquinho, curtir uma musiquinha antiga, depois de recuperar de uma gripe. E tô de volta aqui, com o gás total, mandando ver. 
E só fiquei um pouco preocupado com a demonstração nazista de que alguns "jovens" (cabeça mais velha e preconceituosa que tenho visto ultimamente), criando um clima de divisão, de xenofobia, racismo, preconceito da alta estirpe, por pessoas ditas "informadas" e "cultas" (só se for por meio do partido da imprensa golpista, o pig), que não conhecem nada de Brasil e tem crise de aristocracia que gosta de pagar pedágio, não cuida da educação dos filhos da classe trabalhadora, da saúde, do transporte e da seguraça. Ferro neles, ou melhor que eles conheçam um pouco da vida atrás dos ferros.

Assista aqui a manifestação de Xenofobia:


OAB processa "estudante de Direito" Mayara Petruso:

http://www.giropb.com.br/?p=noticia_interna&id=3888

Relembrando a declaração nazista e xenófoba:
José Serra culpa migrantes nordestinos pelos baixos índices educação em São Paulo

http://www.youtube.com/watch?v=Ksq-5k7ME9U

Quem mesmo que defende a censura, hein, PIG?
Atenção blogueiros, o projeto do Senador Azeredo, o AI-5 digital, está de volta!

http://mariafro.com.br/wordpress/?p=21338

sábado, 9 de outubro de 2010

Fundamentalismos: Fanatismo religioso, falso moralismo e alguns sons bãos pra curtir um pouco

Para meus caros amigos. Depois de passar a semana inteira engolindo a volta do irracionalismo, da superstição e de um tipo de ressurgimento da Tradição Família e Propriedade e da Opus Dei misturando a política com a religião (o que para minha pessoa, nunca se separou para certas expressões políticas), fazendo com que algo que é de esfera íntima, particular, pautasse uma questão de estado, uma política pública de saúde, que é o aborto no Brasil. Percebemos que, mesmo com "avanços", como a separação do estado das igrejas (será?), do poder laico, ainda vemos quão atrasados somos.

Uma em cada cinco mulheres já passaram por uma clínica clandestina, verdadeiros açougues, e ainda temos que aguentar a hipocrisia de gente que pode mandar a mãe, a irmã ou a filha para fazer aborto no exterior ou  podem dsembolsar 400 pilas por um remédio abortivo. É, o aborto também é uma questão de classe, não tem nada de moral. Quem pode, manda as mulheres pro exterior, já que no Brasil existe uma farsa que prefere tapar o sol com a peneira. E tratam as mulheres como uma marionete, um ser que fica sendo um joguete, um fantoche sem o direito de decidir por si próprias, na mão de um grande oportunista, ele mesmo que regulamentou o aborto e o "genérico" da pílula do dia seguinte. É incrivel como dizia o Raulzito, como a mídia tornou-se o nosso Aiatolá, pauta a questão política por apenas um tema, que se torna o grande tema porque assim ela quer. Quando receber algum deste boato, corra e leia no blog do Rovai antes de passá-lo para frente: www.sejaditaverdade.net/

Mudando de pato para Ganso, tem um bocado de coisas legais vindo por ai. Fui conferir o Rush mandou ver ao vivo ontem, muito carisma e estilo do Geddy Lee, que continua mandando ver no baixo, acompanhado pela batera dinâmica de Peart e o virtuosismo de Lifeson, em um baita de um show, caro, mas nada é impossível para rockers de fé que tem ideia fixa e conseguem burlar tudo, quando querem, fica fácil entrar por cinco vezes menos. Definitivamente, a fé de um rocker move montanhas e comove até cambista.

Ainda em Outubro, estou aguardando por mais uma vez para ver se consigo conferir o som sujo do NAZARETH, uma banda que faz um hardão sujo, regado à whisky escocês, com a voz rasgada do Dan MacCaferty, A voz cortante de um Rob Halford, e ainda poderemos contar com o Jeff Beck e o Twisted Sister em Novembro. Haja bolso e $$$$$ para tantas apresentações. Quem sabe ganho um em um sorteio, convenço cambista na porta, como venho fazendo desde aquele Eric Clapton que paguei apenas 20 pilas pra entrar no xaveco. É, o rock não tem sido mais coisa para bandidos, mas os ratos sempre que podem, burlam as normas e entram pelas frestas.

Links: Rush
Links: aborto

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Sadomasoquismo à paulista



Ontem o dia não estava para peixe. Depois da andança, do arrastão militante em Pinheiros de anteontem, da chuvarada do final de semana, fomos buscar com uma amiga de Cleia uns discos. Ganhamos de presente um bocado de discos, muito massa, caiu do céu, não esperávamos.  Cavalo dado não se olha os dentes, diria minha velhinha. Estava conferindo, tem alguns solos do John Lennon, outros do George Harrisson, além do álbum branco dos Beatles, o Revolver, o Rubber soul. Tem um bocado de Jazz também, Duke Ellington, Sarah Vaughan. Tem um Ray Charles ao vivo que já mandei ver no prato, uma coletânea do Frank Sinatra, um do meu xará Celso Blues Boy e mais um bocado de coisas. Tem vários repetidos, mas é bom pra eu trocar pelos mais novos. Vou até fazer uma feira de vendas, montar uma banquinha na rua no fim de semana, pra passar para frente os repetidos. Ou quem sabe, como um velho morador da Vila Madalena, que saia com os biscoitos debaixo do braço, vendendo nos bares.

Fiquei só admirando aquelas belezas todas, ainda não consegui escutá-los, é uma renca, para compensar a encheção de saco que será aguentar o tucanato por mais 4 anos no poder aqui no estado. Com estes, somar-se-ão 20 anos no poder. Isso que é ser um povo de elite, a vanguarda do atraso, votar no representante da Opus Dei que lhe dá um sorriso amarelo e enfia a facada nas costas, aumentando o preço do transporte público péssimo, oferece ensino público péssimo, criticando a alta carga tributária e enchendo as estradas de pedágio, e ainda alagando suas casas no começo do ano,  rebeliões do PCC e outras mazelas.

São Paulo mais uma vez dá exemplo que não sabe o que é alternância ou mudança, o conservadorismo é muito forte, acredita em boatos e superstições irracionais de cunho religioso. Hipocrisia e falso moralismo de critérios mais absurdos, como por não votar em uma pessoa que não gosta por critérios pessoais para a presidência como, por exemplo, alguém que integrou a luta armada, e que é desqualificada como "terrorista", mas vota em um outro desconhecido que também participou da guerrilha para o Senado. Um misto de ignorância, má-fé e esquizofrenia política. Ainda nem separam o estado laico da religião em suas cabeças fundamentalistas de recém chegados à dita classe mérdia (tá vendo o que dá alimentar isso?) São classe trabalhadora, mas com mentalidade de quem come mortadela e arrota perú. Pois a velha classe média, e a burguesia apenas não elegeriam o Opus Dei, que pega o rescaldo do Ademarismo, do Malufismo, do quercismo. Foi o chamado efeito Berlusconi, comentado em diversos blogs:  os emergentes à "classe mérdia" foram beneficiados por programas sociais, mas pela falta de disputa ideológica, não reconhecem nem se identificam ideologicamente e elegem o primeiro fascista que encontram pela frente.

E dá-lhe aguentar mais 4 anos de lei anti fumo, Lei do Psiu, transporte abarrotado, educação de péssima qualidade (justamente para manter esta camarilha que assaltou o poder há vinte anos, e depois falam em alternância de poder), enchentes no começo do ano, pedágios caríssimos para ir e para voltar, além deste bom mocismo que tem o apoio da grande mídia abafando seus casos e centenas de CPIS na Assembleia.
Como disse o grande Gonzaguinha, dizemos para o Estado de São Paulo: você merece, você merece, cerveja samba e amanhã, seu zé, se acabarem com seu carnaval? depois não venham encher o saco, foi por um triz, mas teve quem ajudou, não houve? E ainda tá um cheiro de mutreta, pois os votos de três nanicos da esquerda ficaram de fora da contagem (a pergunta que não quer calar: eles não somariam juntos mais que 0,6% meeeeeeeeeeeeeesmo)?

Depois dessa, dá para pensar seriamente em ir morar na Bahia, em Sergipe, no Rio Grande do Sul ou até em um desses lugares no meio do mato, como o Acre. Ao menos, estão dando uma bota em velhos caciques como Marco Maciel, Tasso Jereissati, Arthur Virgílio, Mão Santa, Heráclito, entre outros tutancâmons e matusaléns da política, já que São Paulo entrou nessas de um longo período de masoquismo puro. O pior é que se fosse só autoflagelação, ainda vá lá. Mas ao votar desse jeito, se fodem e fodem os outros junto, o que configura num sadomasoquismo o que tem andado em alta por estas bandas.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Para a idiota desocupada

O computador para minha pessoa já é um instrumento de trabalho e até de militância, e, claro, também um instrumento que proporciona um bocado de lazer para minha pessoa. Estou pagando o meu leptospirose em parcelas até perder de vista, financiando no trampo, mas já é algo que nos acompanha em tudo, no preparo do trabalho, das aulas, entre outras coisas. São os computers gods que o Dio e a galera do Sabbath já falavam há quase vinte anos.
Estudo, faço curso on-line, pego sons que nunca teria acesso ou que custariam os olhos da cara, assisto filmes, vídeos, preparo aulas e por aí vai. Até mulher pelada dá pra ver, nem precisa mais da revista. Mas o que me enche o saco neste meio tempo é um certo naipe de pessoa, com personalidade autoritária, nazista, que invade meus e-mails para enviar um esgoto que já vejo ou ouço todo dia quando ligo a TV ou o rádio. E eis que vem uma vagabunga fascistóide, achando que com suas opiniões babacas e deformadas irá convencer-me de qualquer porcaria que ela exala em seus pensamentos idiotas. Ela esqueceu que a modernidade trouxe, para nosso bem, a privacidade. Sua mentalidade tacanha ainda vive na tirania dos reis medievais, que entravam na sua casa e comiam sua filha ou esposa sem pedir licença.

Tive de apelar, bater com o pau na mesa, para a vadia se tocar que eu não queria aquela porra daquele lixo que ela reiteradamente envia. Dá primeira vez, ainda tentei ser elegante, mas com o tipo de elefante numa loja de porcelanas. Como a babaca continuou, tive que pular com os dois pés no peito para dar um susto na desocupada. Tá com falta de macho para comer a sua priquita e fica ai surtando ao falar sobre política. Dei uma roncada grossa e ela peidou no pau e saiu resmungando quanto à falta de educação. Esse tipo de gente mostra quanto escrota pode ser uma pessoa, doente, paranoica e sádica ao extremo. Certas vezes temos de radicalizar, torcer a vara para um extremo, para que ela possa ficar justa.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O simulacro de democracia: showrnalismo e sociedade do espetáculo


J.J Rousseau, autor da Carta a ´d´Alembert sobre os espetáculos

Fico analisando o cenário político atual, principalmente o papel desempenhado pela big midia e há uma confusão, uma cortina de fumaça, que visa mais confundir do que explicar, esclarecer, aprofundar. É o famoso "eu Tô te explicando pra te confundir"´, do saudoso TonZé.
O horário de propaganda, os "debates" na verdade, são verdadeiros simulacros que visam mais a confusão do que o esclarecimento. Toda sorte de dossiês, escândalos, arapongas, laranjas e aloprados visam mais um objetivo específico político do que esclarecimento. Faz parte do "showrnalismo" expressão cunhada pelo jornalista José Arbex Jr., ou antes dele, o Guy Debord no Sociedade do espetáculo. Sabe-se que neste regime em que vivemos, o capitalismo, não há "pureza" nenhuma, portanto, quem posa de virgem na política, é um grande mentiroso. O capitalismo alimenta-se da corrupção, e a própria mídia corrompida é corrupta recebe seus dividendos.
No entanto, para além de constatar esta proposição, este axioma, poderíamos cobrar ao menos um pouco de decência destes meios de comunicação de massa, uma vez que são concessão pública. Isso mesmo, meu amigo, meu chapa, minha amiga, o poder público renova ou não a concessão de TVs e outros meios de comunicação.
Uma proposta interessante seria que organizassem debates diretos, de verdade, e não estes que ocorrem, com pirotecnias, e mesmo estes debates que ocorrem na TV, depois das dez, onze horas da noite, e concorrendo com jogos de futebol. Não. Os debates deveriam reunir pessoas de verdade, usuários, trabalhadores do setor público, privados, aposentados, cidadãos, interessados em geral, que fariam perguntas aos candidatos ao vivo e a cores, nas àreas de políticas públicas, como Saúde, Trasnportes, Educação, Turismo, entre outras. O meio de comunicação que não promovesse isso teria sua concessão pública cancelada na próxima rodada
Não tenho a ingenuidade e a ilusão de que isso sanaria todas as deficiências, muito menos substituiria diversas reformas e até revoluções que tem de ser feita em setores, mas estimularia a figura do cidadão ativo, que é aquele que o Norberto Bobbio dizia ser imprescindível em O Futuro da Democracia, e antes dele o Rousseau da Carta. Ao menos, tiraríamos o cidadão, o trabalhador, o estudante, do papel ridículo de espectador de uma mídia que só bate na mesma tecla.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Há um cheiro de golpismo no ar

Este é um blogue pessoal, portanto, descontraído. Por isso, gosto de usá-lo para algumas vadiagens e vagabundagens, falar de coisas da vida e do seu mundo da vida. Mas pode ser também que certas vezes ele fique sério, quando a chapa fica quente. Como diria o Ginsberg, Todo mundo é sério, menos eu.
Pois eis que com esta história toda, começam a surgir certas semelhanças, principalmente por parte de um partido que já foi base de sustentação do golpe militar de 1964. E parecia que naquela época, certas viúvas procuravam as Igrejas, os quartéis e coisas deste tipo para falar em "república sindicalista", em sujeiras e moralismo típico de raposas que cuidam do galinheiro quando se tratam de maracutaias, escândalos e dossiês.
Há um cheiro podre no ar, e ele começa a se alastrar. É o cheiro do golpismo, que vem sendo orquestrado. O golpismo é típico dos desesperados, que não gostam da eleição, e tentam impugnar outras sem o julgamento necessário e o veredito final, tentam arrastar tudo para o tapetão, aonde sempre ganham. Vamos ficar espertos e alertas, pois a situação exige cautela e vigilância, além de agilidade para ir às ruas.

domingo, 29 de agosto de 2010

Estou animando mais com a briga está tomando mais as ruas e ganhando boas proporções. Já voltamos a fazer visita aos professores, a coisa está esquentando, vamos virar este jogo. O tempo seco está meio estranho, acordo com minha garganta ressecada, o nariz também e por ai vai. fazendo um curso virtual, estudando um pouquinho pro vestibular (como é difícil disciplinar-se depois de um tempo, enferrujamos...), agora nas escolas de novo, visitando, pra coisa seguir em frente.
Estou lendo algumas coisas bacanas, consegui achar o Hipérion do poeta Friedrich Hölderlin, um autor que tem obras difíceis de encontrar (só tive acesso há treze anos atrás a seus poemas num livrinho da biblioteca do Centro Cultural São Paulo)  além de receber o livrinho do André Breton, Nadja, e outro do Qorpo Santo, Miscelânea quriosa, que encomendei virtualmente. eu já havia conseguido outro do Breton, o Arcano 17, agora encontrei o Nadja. Também escuto bastante música, mandei ver os bolachões do Master of Reality (fazia um tempo que não curtia), Frijiid Pink e o Road, foi uma boa diversão e um bom lazer.
Tudo da boa companhia, de bons amigos, de bons livros, da minha nega, e por ai vamos que vamos levando as coisas. Depois do trampo, depois do estudo, depois da militância, ainda dá tempo para ficar numas de Chinaski, tomando um copão de caipirinha, na boa, conferindo neste final de domingão as cabeludas aventuras do Indy Jones. Ainda que tenha um revisionismo do Império britânico, uma espécie de acerto de contas com o passado dos seus colonizados da India, serve para descontrair e lembrar um pouco dos anos oitenta. Só quem foi moleque naqueles tempos sabe o que estou falando. Nessas alturas da noite, já nem penso em patrulhas ideológicas.

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