Minha vida feliz contigo moça
e aos pequenos anjos que nos rodeiam
as delicias e doces
os altos e baixos
até apertos e maus momentos
maus bocados são bons
junto a ti pequena brava
eterna musa, aumentando a silhueta
da barriga com o neném
anjinho Helô
Quero maiores alegrias
a ti sempre namorar
( Domingo, 20 de março de 2016, 13:05)
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REBENTOS DO CELSO: Poemas, causos, memórias, resenhas e crônicas do Celso, poeteiro não-punheteiro, aquariano-canceriano. O Celso é professor de Filosofia numa Escola e na Alcova. Não é profissional da literatura, não se casou com ela: é seu amante fogoso e casual. Quando têm vontade, dão uma bimbadinha sem compromisso. Ela prefere assim, ele também: já basta ser casado com a profissão de professar, dá muito trabalho. Escreve para gerar o kaos, discordia-ou-concórdia, nunca indiferença.
quinta-feira, 7 de abril de 2016
Cotidianas
quinta-feira, 31 de março de 2016
Bios
Do alto do cálice da minha vida
Sorvo o sabor doce de um velho vinho
Do amor querido que me traz
De amarguras, de doçuras
Aprendidos, aprendizados
Das dores e delícias
Que a vida me trouxe
Das minhas pequenas filhas
Vou vivendo minhas lutas diárias
As batalhas do cotidiano e guerras maiores
Os companheiros e anjos me acompanham
Das ruas e dias de glória
das pétalas e perfumadas
flores colhidas e cultivadas
Ao longo da estrada e dos infortúnios
do que se chama viver
Sorvo o sabor doce de um velho vinho
Do amor querido que me traz
De amarguras, de doçuras
Aprendidos, aprendizados
Das dores e delícias
Que a vida me trouxe
Das minhas pequenas filhas
Vou vivendo minhas lutas diárias
As batalhas do cotidiano e guerras maiores
Os companheiros e anjos me acompanham
Das ruas e dias de glória
das pétalas e perfumadas
flores colhidas e cultivadas
Ao longo da estrada e dos infortúnios
do que se chama viver
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Nuvens brancas (Nuvens biancas passam em biancas nuvens)
Conversas orgásmicas, espasmos em palavras
O amor ideia no simposium
Quase chegamos ao êxtase, ao delírio do gozo
em um diálogo platônico
Tamanho é o carinho nas trocas de palavras afagam
Mulher cuidadora, cuidadosa
entrou na vida, minha vida
Amando da forma como sou
Sempre fomos livros abertos
Amando da forma como nos encontramos
seja conflitos, dilemas e contradições
Sinto saudade dilacerada da minha pequenininha
Essa saudade, essa distância que nos separa
Amada e pequenina
Separada à forceps, contra nossa vontade, dela e minha
Das pequenas alegrias, risos e brincadeiras
Fico entre os dilemas de um homem Fáustico
Seus beijos calorosos, muito bons e receptivos
O louco com as estrelas, Jupiter e a Lua
Mora com sua lagartixinha
os passarinhos em seus ninhos no telhado
Os passeios e devaneios
de um caminhante solitário
No sonho, vestida de noiva, grinada
discutíamos sem no entanto brigar
Passeios ao léu, sem rumo, sem preocupar -
o fluir do tempo
Muitos diálogos, carinhos, carícias e beijos
Conversas e trocas instrutivas
no berço da Paulicéia desvairada
Sob os olhares atentos de Camões, Dante, Chopin
Cervantes e Goethe
namoro nas praças surreais e desérticas
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