sexta-feira, 23 de setembro de 2011

De Casa nova

Nova vida. Um cheiro de mudança no ar. Após um macarrão alho e óleo, com umas iscas de carne, e frango uma birita pra arrematar, vou partir pro Centrão velho de SumPaulo. Faz muito tempo que estou em Pinheiros, onze anos, ralando no aluguel, agora consegui uma morada decente.

Tô de mudança, indo pra perto das Galerias, as grandes, a Olido, a Igreja dos Pretos, do Largo do Paissandú a Santa Ifigênia, a Cracolândia, Júlio Prestes e Estação da Luz. Encontrei uma morada no Centro. Estou um bocado perturbado, um monte de coisas sinistras  e doidas e muito empolgantes aconteceram nos últimos meses que pareceram um bom filme, e renderam um baita de um livro que escrevi, mas não publiquei (ou será que publiquei)? É que eu mando ver em verso, não tenho muita paciência pra ficar floreando as coisas, punhetando em prosa. O tiro sai à queima roupa, de improviso, na poesia a dor é passada direto.

Foram várias coisas, um stress da porra desde que compramos, a pauleira da eleição, sindical depois veio a aporrinhação do fim de bimestre, julho, agosto o mes do cachorro louco, e agora chegou setembro, fiquei desolado, abandonado novamente, como o povo da rua no centro. Agora eu sei como se sente um cachorro em dia de mudança.  Ontem fui ver  o Conrad dos Secos & Molhados e hoje conferirei o Mautner para descontrair.

A morada no centro será uma grande novidade, só resta mais um final de semana, a nova parada já está cheia de coisas que levei da casa antiga aos poucos. Haverá um mutirão, pra ajudar nesse final de semana no Domingão e a tendência é em breve encostarmos na Argentina e tomarmos um vinho velho por lá.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Ajudando a divulgar (talvez passe por lá)


Brincando nos playgrounds do céu e do inferno

Beijos de ambrosia mineira
Néctares e manjares dos deuses
mais gostosos doces e puros
já provado em toda vida
O gosto de jujuba da infância
retorno ao lúdico
a saudade secular por uma pequena
as moscas rondando as 
carnes de porco penduradas
nas sacadas da porta de entrada
de casas no interior
sacolas cheias de roupas
partiu de ônibus à meia noite
o pingo de uma lágrima doce e perfumada
como fazes falta
como sinto a tua ausência
é tudo muito dolorido 
não sei 
porque 
você não está 
aqui
Eu sinto mais 
porque 
não sei como 
ainda
não estou 
com 
você

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Pilotando a banheira do Manoel nas dunas

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seguindo após Pitangui até Muriú-RN

Tatoo you

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Caricatus in 3X4

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Desenhista do bar e restaurante Salada Record

Mix, podi mandá "uma" aí?

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