sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Primeiro, foi o rock que me salvou. Depois, a net.

Só conhecia uma música de cada " I can seee through you" e Jack the ripper", baixada nos tempos e-mule. 
Coisa que fui atrás, através de fotocópias de uma reportagem intitulada: "Deep Purple: origens e destinos".


domingo, 13 de fevereiro de 2011

My Michelle


Lembro que ganhei esta revista lá pelo início da década de 1990. Não sei como foi  cair na minha mão, mas como era um moleque cheio de hormônios pra dar e ainda mais tinha esta moça aí, a Danette Michelle na capa, então. Sim, este era o nome desta modelo que saiu como veio ao mundo na capa desta revista Trip  em 1990 ou 1991. Coincidências a parte, Danette não era nome daqueles  iogurtes cremosos, não. E dentro,  era servida à milanesa nas areias de uma praia.

Eu me lembro até de uma menina bem alta que eu conhecia, uma amiga, que eu a chamava de Danette, mas ela nem sacava quem era essa fulanda. Só eu e as homenagens rendidas à My Michelle ao longos de anos, para que ela acabasse esquartejada e perdida no meio de um monte de papelada, pra minha infelicidade.

Canções para embalar Marujos


Ontem fui conferir a convite de meu bem e de uma amiga dela, a apresentação do Renato Godá. Fomos a pé, pois o bar em que o cara tocaria fica a algumas quadras daqui de casa, em Pinheiros. Chegamos, e tinham dois caras mandando sequencias de Scott Mackenzie, Simon & Garfunkel, Jonny Rivers, entre outras bandas do mesmo naipe.

Conseguimos mudar para uma mesa pra sacaar melhor a parada. Bem pra depois da meianoite, o cara subiu no palco. Eu não sacava o som ainda, mas é claro que sacava, pois o cara mandou músicas que iam desde Roberto Carlos, Nasci para chorar, Negro Gato, umas de Chico Buarque. Nas suas próprias letras, fui sacando a fonte direta que o cara bebia: o Tom Waits, como já havia feito o Careqa em suas versões para as músicas do Tom. O interessante é que no caso do Godá, as letras são suas mesmo, não são uma homenagem, são as próprias letras do cara.

Veio logo aquele som de cabaré, lembrando os milhares de inferninhos perdidos no deserto, cais do portos sujos e luas na sarjeta, mulheres da vida, cafés e cigarros, além de muito whisky jazz, blues, folk e tudo mais que estão lá com a cara do sujeito.

O cara foi bem bacana, nos cumprimentou, falou conosco após a apresentação, e deu o toque até que poderia baixar sua música pra conhecer. Para quem quiser conferir o seu último disco, "Canções para embalar marujos", de 2010, confira aqui:

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Desenhista do bar e restaurante Salada Record

Mix, podi mandá "uma" aí?

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