Poemas, causos, memórias, resenhas e crônicas do Celso, poeteiro não-punheteiro, aquariano-canceriano. O Celso é professor de Filosofia na alcova e numa Escola Estadual. Não é profissional da literatura, não se casou com ela: é um amante fogoso e casual dela. Quando têm vontade, dão uma bimbadinha sem compromissos. Ela prefere assim, ele também: já basta ser casado com uma profissão, a de professar, que já dá muito trabalho. Escreve para gerar o kaos, discordia-ou-concórdia, nunca a indiferença.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
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